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Aumento do otimismo econômico do Brasil recebe uma dura avaliação da realidade

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Aumento do otimismo econômico do Brasil recebe uma dura avaliação da realidade

As vendas no varejo brasileiro cresceram na metade do ritmo esperado pelos analistas em novembro, encerrando um mês de dados decepcionantes que jogam água fria no otimismo em torno da recuperação da maior economia da América Latina.

As vendas aumentaram apenas 0,6% em relação ao mês anterior, apesar das vendas da Black Friday, informou a agência nacional de estatísticas na quarta-feira, após números de produção industrial e setor de serviços que também perderam as previsões. Os resultados vão de encontro às previsões de crescimento dos analistas, que vêm aumentando constantemente nas últimas semanas.

As taxas de swap caíram na quarta-feira, quando os investidores ponderaram se a maior economia da América Latina precisa de mais estímulo monetário para sustentar uma recuperação incipiente. O banco central cortou a taxa básica de juros para um recorde baixo em meio à inflação fraca, enquanto o governo do presidente Jair Bolsonaro está avançando com reformas favoráveis ​​ao mercado. Ao mesmo tempo, quase 12 milhões de pessoas estão desempregadas e a confiança do consumidor tem demorado a aumentar.

“Os números de hoje superaram substancialmente as expectativas do mercado, destacando que a economia ainda não está pronta”, disse Andres Abadia, economista internacional sênior da Pantheon Macroeconomics e um dos principais analistas de varejo do Brasil nas pesquisas da Bloomberg. “Juntamente com a fraqueza do setor industrial e dos serviços intimamente ligados à manufatura, isso apoia nossa visão de que é necessário mais estímulo monetário”.

Novembro no Brasil é tradicionalmente marcado por publicidade de varejo agressiva e promoções da Black Friday, semelhantes às dos EUA. Ainda assim, apenas quatro dos oito setores de varejo pesquisados ​​naquele mês se expandiram a partir de outubro, segundo a agência nacional de estatísticas.

As vendas de alimentos, bebidas e produtos de tabaco em hipermercados e supermercados – que representam quase metade do índice – permaneceram inalteradas no mês. As amplas vendas no varejo – que incluem carros, peças e materiais de construção – caíram inesperadamente 0,5% em relação a outubro, em comparação com a estimativa média dos economistas para um ganho de 0,4%.

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