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O caldeireiro apesar do nome estar atrelado à caldeira, seu papel não se restringe apenas a isso. É o profissional responsável pela produção de peças dos mais variados formatos a partir de chapas de aço. E também apto para a construção de tanques, fornos, chaminés, vasos de pressão e estruturas metálicas.

E está cada vez mais respeitado no mercado de trabalho, especialmente pelo surgimento de novas usinas e caldeiras. O salário médio do profissional está em torno de R$ 2214,00, podendo variar conforme sua qualificação.
Separamos aqui alguns locais que disponibilizam vagas para caldeireiro.

Vagas em aberto para caldeireiro
Veja aqui algumas vagas em aberto para caldeireiro:

Vagas para caldeireiro na Randstad: Estão disponíveis vagas na unidade de Guaratinguetá (SP), onde é necessária uma vasta experiência na área, ter concluído o ensino médio, além de curso na área. Um diferencial é ter trabalhado em indústria química ou petroquímica.

Vagas para caldeireiro na Soulan: A Soulan é uma empresa de engenharia e instalações industriais, especialista em manutenção de fornos e estufas industriais. O local de trabalho é em Cotia (SP) e é necessário que haja disponibilidade de viagem a trabalho nos fins de semana.

Lembrando que para ambas as empresas, é solicitado o curso técnico em caldeireiro.
Para se candidatar às vagas, é preciso o cadastro em www.vagas.com.br/vagas-de-caldereiro? Basta selecionar a empresa desejada e enviar o currículo.Se a empresa considerar o seu perfil adequado ao cargo, entrará em contato.

Wood Group: É uma multinacional que opera em mais de 60 países e conta com mais de 55.000 funcionários, sendo responsável pela entrega e execução de projetos para a indústria de óleo e gás.Para se candidatar a uma vaga, basta enviar o seu currículo para o e-mail [email protected], indicando no campo ‘Assunto’ a vaga pretendida.Caso o seu perfil esteja de acordo com as exigências, a equipe responsável pela seleção entrará em contato.

Vagas para caldeireiro em Macaé (RJ): Para se candidatar à vaga, é necessário comprovar experiência anterior e os profissionais serão responsáveis pela supervisão e coordenação de atividades de caldeiraria na construção, montagem, manutenção e reparo onshore e offshore. Os interessados devem enviar seu currículo para o email [email protected]

Vagas para operador de caldeira na Alcoeste (SP): O operador de caldeira é responsável por manter o equipamento em boas condições de funcionamento, além de configurar outros sistemas que operam no aquecimento ou resfriamento de estruturas. Apesar de no momento as vagas terem sido preenchidas, é possível encaminhar o currículo para currí[email protected] E caso surjam novas vagas, o seu currículo já estará na base de dados da empresa.

Vagas para caldeireiro na Mota Engil – Macaé (RJ): Provavelmente a empresa estará contratando nos próximos meses. Os interessados devem enviar seu currículo para o e-mail [email protected]
Vagas para caldeireiro no Comperj – Itaboraí (RJ): As obras foram reiniciadas em agosto e muitas vagas estão sendo disponibilizadas. Os currículos devem ser enviados para o e-mail [email protected], informando no campo ‘Assunto’ o nome do cargo de interesse.

Há ainda diversas opções em www.trabalhalhabrasil.com.br/vagas-emprego/caldeireiro em diversas regiões do país. Basta cadastrar o currículo e enviá-lo para a vaga de interesse.

Independentemente da empresa selecionada, é muito importante que o currículo esteja bem elaborado, com todas as informações pertinentes e, principalmente, quanto à experiência profissional e aos cursos realizados.A maior parte das empresas coloca como requisito básico o curso técnico em caldeira e caso o profissional possua mais uma qualificação, melhores são as suas chances de conseguir a vaga.

Pode acontecer de alguma empresa já haver encerrado o processo seletivo, mas mesmo assim vale a pena enviar o currículo. Assim, caso surja uma nova oportunidade, seu cadastro já constará do banco de dados da empresa.

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Vagas imperdíveis para setor naval, estaleiros, portos e offshore; confira a relação

Muito se fala sobre a profissão de técnico em petróleo e gás, mas será que tudo isso é verdade? Será que podemos investir para conseguir uma profissão como esta e angariar os salários atrativos dispostos? A verdade é que a profissão de técnico em petróleo e gás está entre uma das mais requeridas do momento. E você sabe por quê? As pessoas estão investindo em cursos preparatórios e estudando a fio para conseguirem uma vaga que simboliza um grande sonho: estabilidade e ascensão.

Assim o dizemos, porque as vantagens e regalias do cargo são grandes e você não pode perder uma oportunidade como esta ficando de fora. Para isso basta se preparar adequadamente e manter-se informado sobre as novidades do emprego.

Técnico em petróleo e gás: profissão intrigante

É verdade que o mercado para técnico em petróleo e gás está ficando aquecido, pois oferece uma carreira de estabilidade grande, em ascensão – como falamos – e salários atrativos.Com o fato de o Brasil estar investindo sério nas reservas do pré-sal, temos que as oportunidades no setor são crescentes e há também a necessidade de profissionais gabaritados para o exercício dessas funções.

Mas você deve estar querendo saber objetivamente se o profissional técnico em petróleo e gás é bem valorizado, quanto ganha, e muito mais, não é mesmo? Continue lendo este artigo que você vai ficar sabendo disso e mais.

Participação estrangeira e as grandes vantagens para o cargo

No início de 2018 houve um rearranjo de funções dentro do mercado de Petróleo e Gás o que fez com que se expandisse dando grandes oportunidades a muitas pessoas.Esse rearranjo ocorreu com a maior abertura do então mercado de Petróleo e Gás para participação estrangeira, o que facilitou o aumento de vagas oferecidas.

Outra coisa interessante é que um ano antes alguns estrangeiros que trabalhavam nesse mercado, foram substituídos por profissionais brasileiros o que deu um ânimo maior entre a classe.Não é que tudo está super bem a vento e polpa. Nossa função aqui é lhe informar sobre os prós e contras dessa profissão que muitos estão pleiteando.

A verdade é que após os leilões do pré-sal o setor petrolífero está voltando aos poucos. Outra coisa que deve ser mencionada é também que as notícias de corrupção dentro da Petrobras trouxeram um desaquecimento no ano de 2017 nesta área.

Por toda essa movimentação e participação estrangeira que agora se insere é que você poderá investir nessa função com mais cautela e mais pautado em informações realistas. É bom que saibamos onde estamos pisando para que possamos aproveitar melhor do momento certo.

Ganhos de um técnico em petróleo e gás

Vasculhamos algumas referências e vimos que há um consenso entre valores. O salário inicial fica por volta de R$ 1500 a R$ 4000 com benefícios inclusos.

Mas para isso é preciso investir em curso preparatório que leva mais ou menos 3 anos para ser concluído.
A profissão de técnico em petróleo e gás é muito desejada pois traz o status de se trabalhar com uma área promissora e de grandes oportunidades, como também salário atrativo.

Estima-se que entre 2018 a 2025 muitos projetos petrolíferos que foram anunciados sejam postos em prática e movimentem alguns bilhões de dólares entre o petróleo e o gás natural.

O que há hoje?

Produção maior de petróleo e gás por países e empresas-chave entre 2017 e 2025. Projetos planejados por empresas-chave e países da indústria de petróleo e gás natural.Este movimento vem corroborando com o fato de grandes players de mercado estarem se reerguendo e reajustando para melhor comportar esse novo cenário que se vem desenhando aos poucos na economia.

Profissão de técnico em petróleo e gás é valorizada?


Com o cenário no Brasil e no mundo de Petróleo e Gás temos que a profissão de técnico em petróleo e gás, por sua vez, é valorizada. Porém é preciso grande preparação para manter os níveis de expertise exigidos.

Como falta mão de obra qualificada os salários tendem a ser maiores nesse setor. Uma prova disso é o que falou a consultoria especializada no ramo: a Hay Group. Ela mencionou que a política de benefícios na área de petróleo e gás são de 50% a 70% maiores que em outros setores.

Por isso a preparação para a função é muito indicada, já que ao final você terá possibilidades de conseguir entrar nesse meio.

Por que ser um técnico?

Porque a profissão é em grande parte estável, já que precisa de conhecimentos mais específicos para atuar nela.
A lei da oferta e procura se encaixa perfeitamente aqui, uma vez que como o mercado de Petróleo e Gás está se aquecendo aos poucos e se tem alguns projetos em desenvolvimento para esse ano ainda, muitas profissões dentro desta área são requeridas.

O que se pode dizer é que para técnico as oportunidades são boas e as empresas têm investido em instalações off shore, planos de carreira e mais.

Isso tudo atrai os candidatos a técnico em petróleo e gás para participarem das seleções. Há então algumas possibilidades, com certeza, mas para isso é preciso que você entenda do mercado em que vai atuar.
Uma outra coisa a ser dita e que vai te alegrar quanto às oportunidades é que até 2030 estima-se que o setor de Petróleo e Gás oferecerá novas possibilidades de trabalho. Com tudo isso a procura por profissionais gabaritados também aumentará.

Conclusão

O que podemos dizer finalmente sobre a profissão de técnico em petróleo e gás é que é algo muito promissor para qualquer pessoa. Basta que você esteja atento às oportunidades que o mercado oferece. Observe as notícias do setor e veja os sites mais renomados de emprego, você vai compreender melhor como funciona esse mercado para que se adeque a ele.

O mercado de Petróleo e Gás natural é de fato promissor devido ao fato de empresas brasileiras grandes e estrangeiras participarem ativamente e, como nem todo mundo tem especialização, a procura por profissionais acaba que sendo corriqueira, mas sempre levando em consideração o estado da economia brasileira e de outros países investidores.

Por esse motivo a melhor opção para quem gosta ou quer se adequar à área é mesmo essa. Então por que não investir?

Diversas vagas e oportunidades super atualizadas em várias funções na base da Bacia de campos e grandes empresas do setor offshore, Óleo e gás, marítimo e embarcado. acessem a matéria para saberem mais.

Mais de R$ 7 bilhões já foram gastos

Estado tem maior desemprego do Sudeste

ANGRA 3: UMA RETOMADA INADIÁVEL

O prosseguimento da construção da Usina Nuclear Angra 3 é importante para dar segurança energética ao país, imperativo para a retomada econômica do Rio de Janeiro e imprescindível para evitar a dilapidação dos recursos públicos já investidos na construção dessa usina, cujo montante supera os R$ 7 bilhões, sem falar nos custos de manutenção da obra parada que está na casa de dezenas de milhões de reais anualmente.

Quando se consideram os custos que serão incorridos pela sociedade em caso de desistência da retomada das obras de Angra 3, verifica-se que estes são muito maiores que os necessários para a conclusão da obra. Logo, desistir de concluir a usina significa privar o Brasil de uma fonte de energia barata, que não gera gases do efeito estufa e que, em sua construção, gerará empregos tão necessários em âmbito estadual e nacional.

Desta forma, a adequação das condições de financiamento de obra de tal relevância é medida fundamental para que sua construção seja um marco na retomada da economia fluminense, sendo inadmissível que não se encontrem instrumentos financeiros para concluir as obras de Angra 3, faltando para a sua conclusão aproximadamente R$ 14 bilhões.

Do ponto de vista ambiental, a Agência Internacional de Energia Nuclear verificou no seu último relatório que a energia atômica é uma fonte que contribui para o desenvolvimento sustentável, já que não produz gases do efeito estufa para gerar energia elétrica. Ademais, o escrutínio a que são submetidas as usinas garante que sua operação esteja de acordo com as determinações nacionais e melhores práticas internacionais, o que garante a segurança da operação das usinas.

Adicionalmente ao papel como garantidor da segurança energética brasileira, a construção de Angra 3 assume preponderância no debate fluminense. Isto porque o Rio de Janeiro foi um dos Estados mais atingidos pela crise econômica, sendo especialmente insidioso o grave aumento do desemprego no período, fazendo com que o Rio de Janeiro seja atualmente o Estado com o maior índice de desemprego na região Sudeste, com uma taxa de 15%.

Neste sentido, causa perplexidade que uma obra de grande magnitude, com a capacidade de gerar centenas de milhares de empregos diretos e indiretos continue parada nos últimos 3 anos em razão de entraves burocráticos e de um certo preconceito do governo e da sociedade que por falta de informação de qualidade nao consegue compreender a importância da conclusão de Angra 3.

A adoção de medidas que permitam a conclusão de Angra 3 é extremamente benéfica para a população do Rio de Janeiro, que verá a tão necessária criação de empregos no estado, enquanto em âmbito nacional, seremos dotados de uma fonte de energia muito confiável e segura, capaz de por si só abastecer integralmente as cidades de Belo Horizonte e Brasília, servindo como uma espécie de seguro necessário à expansão de fontes intermitentes de energia como eólica, solar e hídricas sazonais.

Diante da importância fundamental de Angra 3 é importante que haja uma reflexão ponderada sobre os benefícios econômicos advindos de sua retomada, bem como de seu papel para que o Brasil domine essa fonte de energia essencial para a geração de energia elétrica em países como os Estados Unidos e França, sendo crescentemente utilizada na China para substituir usinas termelétricas movidas a carvão.

Por isso, são alvissareiras as recentes notícias sobre a criação de um grupo de trabalho no âmbito do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para discutir a retomada da usina, de Angra 3.

Fonte: Poder 360

Isto é para aqueles que desejam uma carreira na indústria de petróleo e gás, especialmente para graduados e universitários que podem querer ser informados. 

É irônico que, apesar da alta taxa de desemprego dos graduados e do iminente excesso de oferta de petróleo devido ao aumento da produção mundial, na verdade existe uma escassez de mão-de-obra qualificada e especializada na indústria global de petróleo e gás. Infelizmente, as ocupações mais demandadas exigem habilidades específicas que só podem ser adquiridas por meio da experiência.

Como profissional de petróleo e gás, acompanhei a tendência e a revolução no setor globalmente nos últimos anos. Também acompanho as inovações tecnológicas (especialmente a tecnologia de fracking nos EUA que está redefinindo a dinâmica da indústria mundial), descobertas de petróleo e padrões de contratação em todo o mundo. Com base nessas tendências e estatísticas, desenvolvi uma compilação das 10 principais ocupações sob demanda na indústria de petróleo e gás. Isso não se limita à indústria na Nigéria. Isso é baseado na demanda global.

Posso garantir que você sempre terá um emprego de qualidade (em algum lugar do mundo) se tiver pelo menos 5 anos de experiência nos campos. Se, depois de ganhar cinco anos de experiência em qualquer um dos 10 campos mencionados abaixo, você não tiver um emprego bem remunerado por mais de 6 meses, é melhor ir e ver seu pastor ou profeta  para ser libertado. Talvez na da aldeia. 

Assim, para os seus alunos que desejam uma carreira duradoura na indústria de petróleo e gás, você pode considerar esses campos especializados. Basta trabalhar para obter experiência básica e você se tornará indispensável: 

1) Geocientistas 
2) engenheiros de perfuração / supervisores de perfuração / perfuradores

Não (1) e (2) Com as recentes descobertas de petróleo e gás em todo o mundo, incluindo África (África Oriental e Golfo da Guiné) e a exploração agressiva de petróleo em todo o mundo, há uma demanda muito alta por geocientistas (geólogos e geofísicos). Os geocientistas estão envolvidos na exploração de petróleo e também nos estágios iniciais após a descoberta de petróleo.

Engenheiros de perfuração / supervisores de perfuração / perfuradores estão envolvidos em operações de perfuração (tanto para exploração quanto para produção). Há uma escassez de engenheiros de perfuração experientes em todo o mundo. Um colega meu que é engenheiro de perfuração me disse que ele já recebeu duas boas ofertas via linkedIn (mesmo sem aplicar!). E ele mal tem 3 anos de experiência! 

3) engenheiros submarinos 
4) engenheiros de subsuperfície e conclusão 
5) engenheiros de tubulações e tubulações

Não (3) – (5) Com as empresas petrolíferas indo para as operações em águas profundas mais incertas, mas recompensadoras, há uma alta demanda por indivíduos com experiência em águas profundas. Engenheiros submarinos projetam, implementam e mantêm estruturas, ferramentas e equipamentos usados ​​em componentes subaquáticos de produção de petróleo e gás offshore. Os engenheiros de oleoduto projetam e mantêm o gasoduto submarino em campos marítimos. Você não pode ignorar os engenheiros de subsuperfície / conclusão (poço) que asseguram que o óleo seja produzido no nível ideal dos poços de petróleo. 

6) Especialistas / engenheiros navais
Os especialistas marinhos são muito críticos na indústria de petróleo e gás. Você precisa de profissionais marinhos em operações offshore de petróleo e gás. Isso se deve ao uso constante de embarcações e barcos para abastecimento e transporte de petróleo bruto, gás liquefeito, alimentos, equipamentos etc. Além disso, o aumento de FPSOs (embarcações flutuantes para produção de petróleo em campos em águas profundas) em todo o mundo requer a habilidade especializada de profissionais marinhos para manter a estabilidade do navio no mar. 
Acredite, os especialistas marinhos estão no topo do mundo deles. Conheço um especialista marítimo que trabalhou para 3 grandes companhias petrolíferas na Nigéria nos últimos 8 anos. 

7) Técnicos de manutenção offshore
Estes são os técnicos mecânicos, elétricos e de instrumentação que trabalham em plataformas e plataformas de produção onshore e offshore. Existe uma alta demanda por eles globalmente. E o requisito mínimo para se tornar um é apenas um OND. 

8) Caminhoneiros e operadores de guindaste
Sim, você leu certo! Há um alto grau de operações de elevação na indústria de petróleo e gás e operadores de guindaste certificados estão em demanda. Acredite em mim, eles ganham bem. 
Os caminhoneiros também estão em grande demanda, especialmente nos EUA e no Canadá, onde há uma produção significativa de petróleo em terra. O caminhão é necessário para movimentar plataformas e equipamentos, transportar óleo, água e areia.

Com a nova tecnologia de fracking que tornou os EUA autossuficientes na produção de petróleo, é necessário evacuar constantemente a areia dos locais de perfuração. Os motoristas também devem ser mecânicos, capazes de consertar e consertar seus caminhões grandes. Com os EUA definidos para ser um exportador líquido de petróleo para a comunidade global (competindo com os gostos da Nigéria para os mercados), há atualmente uma escassez de motoristas de caminhão para atingir seu objetivo. 

9) Contador Fiscal
A indústria de petróleo e gás é impulsionada pela tecnologia, portanto, os profissionais técnicos são os mais exigidos. No entanto, a única profissão não técnica para entrar no top 10 é a contabilidade. Com as empresas de petróleo e gás sempre as metas fáceis para governos e ministérios públicos nas áreas de tarifas, royalties, impostos e outras deduções, o papel dos contadores experientes de petróleo e gás torna-se crítico. Há uma necessidade urgente de contadores (especialmente contadores fiscais), que podem equilibrar os livros e garantir lucros sustentados. 

10) engenheiros de reservatório
Embora essa lista não esteja em nenhuma ordem específica, acho que os engenheiros de reservatórios são, na verdade, o número 10 da lista. Os engenheiros do reservatório desempenham um papel significativo na indústria de petróleo e gás. Seu trabalho é identificar reservas de petróleo e gás e desenvolver estratégias para maximizar a recuperação e conduzir estudos de simulação para garantir a recuperação ideal. 

Outras profissões em demanda que não fizeram parte da lista dos 10 melhores incluem engenheiros de segurança técnica, especialistas em meio ambiente, técnicos de soldagem, engenheiros de processo e engenheiros de máquinas (mecânicos).

Durante o ano passado, a indústria de petróleo e gás upstream esteve em grande parte em um modo de recuperação após uma grande recessão de vários anos. De acordo com o Boston Consulting Group (BCG), 2019 será um momento oportuno para os CEOs a montante repensarem como os seus negócios operam num ambiente que inevitavelmente mudará – e num nível mais básico.

“A onda de transformações de curto prazo impulsionadas puramente por preços baixos e pressão de custo acabou”, disse Eric Oudenot, sócio e diretor administrativo do escritório do BCG em Paris, à Rigzone. “Agora, enfrentamos uma mudança mais fundamental, impulsionada por um apetite de longo prazo para ser resiliente à volatilidade e para abraçar as oportunidades apresentadas pela tecnologia e pela digitalização”.

Em um relatório recente, Oudenot e seus colegas Nikolay Belkov, Philip Whittaker e Jean Christophe Bernardini identificaram quatro domínios em que as empresas a montante podem aproveitar as oportunidades para se transformar. Continue lendo para saber mais sobre cada domínio.

Jeitos de trabalhar

Durante a recessão mais recente, as empresas a montante reduziram drasticamente os seus efectivos em funções técnicas e não técnicas / de apoio. Segundo o BCG, poucas empresas de upstream mudaram fundamentalmente como suas organizações abordavam o trabalho cotidiano e os fluxos de trabalho em meio às reduções da força de trabalho. Três ações transformadoras específicas que as empresas podem adotar para mudar as formas de trabalhar incluem:

  • Adotando práticas de trabalho ágeis que aceleram a entrega do projeto e geram outros ganhos
  • Estabelecendo uma cultura centrada no desempenho
  • Personalizar incentivos financeiros para os funcionários.

“Estes não são facilitadores – eles são a transformação”, disse Oudenot a Rigzone. “É tudo sobre aumentar o ritmo de entrega”.

Operações

Uma empresa a montante, quer opere onshore ou offshore, precisa selecionar um modelo operacional que otimize os processos do dia-a-dia para cumprir os objetivos estratégicos da organização, argumentam Oudenot e seus colegas. Eles alegam que um “modelo operacional bem afinado” poderia trazer benefícios, como uma melhor coordenação entre as equipes de manutenção e construção e HSE, maior eficiência de produção e alcançar e sustentar grandes reduções nos custos operacionais.

“Isso será sobre duas coisas: um aumento nos fluxos de informação e um aumento no uso desses fluxos para tomar melhores decisões”, disse Oudenot sobre encontrar o modelo operacional correto. “Praticamente falando, incluirá maior instrumentação, mais operações em tempo real e melhor qualidade de decisão.”

O portfólio

Os autores do relatório observam que as oportunidades “abundantes” permanecem em relação a fusões, aquisições e desinvestimentos no upstream nos próximos 12 a 18 meses. No entanto, citando a experiência do BCG com programas de otimização de custos upstream em 2016 e 2017, Oudenot observou que as empresas precisam exibir os seguintes traços para que os negócios sejam bem-sucedidos:

  • Compromisso absoluto da alta gerência
  • Um compromisso com metas difíceis e mensuráveis
  • Uma configuração que rastreia e mede o progresso desapaixonadamente

“O impacto nas carteiras será que a participação sozinha não será suficiente – as empresas terão que demonstrar um valor agregado real”, disse Oudenot. “Aqueles que podem se beneficiar serão aqueles que agregam valor aos ativos que possuem ou adquirem.”

Relacionamentos com Parceiros do Ecossistema

As empresas a montante podem achar esse domínio o mais desafiador para capturar oportunidades, porque elas precisarão alinhar seus objetivos com as partes cujas prioridades são “substancialmente diferentes”, afirmam os autores. Embora alcançar o alinhamento não seja fácil, eles afirmam que isso é “frequentemente possível” e pode gerar recompensas significativas. Três oportunidades para empresas de upstream trabalharem com parceiros do ecossistema incluem:

  • Desenvolver metas compartilhadas de custo e qualidade com fornecedores, que foram pressionados a reduzir drasticamente as taxas durante a mais recente recessão
  • Fazer acordos de longo prazo novos e mutuamente benéficos com os governos anfitriões – desde a exploração até o abandono e incluindo compromissos financeiros claros de ambas as partes – poderia construir confiança e reduzir o risco.
  • Redobrar os esforços para esclarecer como os parceiros não operados devem gerenciar ativos operados externamente e colaborar, especialmente quando se trabalha em proximidade.

A ABB está pronta para oferecer o start-up mais rápido de todos os tempos, usando um conjunto de tecnologias digitais para colocar on-line o campo de gás Aasta Hansteen no mar da Noruega. Julian Turner investiga os métodos que estão sendo empregados para acelerar o comissionamento upstream.

Se muitas vezes se sente como se houvesse uma abundância de cobertura da mídia sobre o descomissionamento de petróleo e gás, mas comparativamente pouco sobre a extremidade mais otimista do ciclo de vida de energia upstream – trazendo novos jogos de petróleo e gás online rapidamente e dentro do orçamento.

A gigante de tecnologia ABB fez o esforço para reavaliar o equilíbrio recentemente com o anúncio de que está pronta para entregar o que acredita ser a start up mais rápida do mundo, empregando um conjunto de soluções digitais para levar o campo de gás Aasta Hansteen ao Mar da Noruega. online até o final do ano.

Operado pela Equinor, o Aasta Hansteen está localizado a cerca de 320 km a oeste de Bodø, na Noruega, em profundidades de água de 1.270 m, o primeiro equipamento instalado na profundidade da plataforma norueguesa. Ele também possui uma plataforma SPAR, a primeira desse tipo na Noruega e a maior do mundo em 70.000 t.

A instalação também é a primeira do mundo com um tanque de armazenamento de condensado, mas talvez o mais impressionante de tudo seja a velocidade na qual a ABB pretende colocá-lo on-line usando sua solução proprietária Ability .

“Nossas equipes passaram pelas etapas de inicialização, identificaram e definiram os obstáculos que precisavam ser melhorados e, em seguida, usaram nosso simulador ABB Ability ™ System 800xA para fazer uma inicialização virtual da fábrica”, disse Per Erik Holsten, diretor administrativo da ABB Oil, Gas and Chemicals.

“Nesta fase, fizemos muitas melhorias para iniciar e operar a fábrica. Através da automação de grande parte do processo, conseguimos reduzir um conjunto complexo de intervenções manuais para apenas 20, o que significa que estamos preparados para entregar o que acreditamos ser a mais rápida start-up do mundo no primeiro gás ”.

Fast track: trazendo Aasta Hansteen online

A tecnologia Ability de vários setores da ABB minimiza os riscos, reduz a ocorrência de paradas não planejadas e caras dos equipamentos, melhora a segurança e a produtividade e gera economia de energia.

No contexto do campo de gás Asta Hansteen da Equinor, isso significou a redução de mais de 1.000 intervenções manuais demoradas para o mínimo possível durante as várias fases do projeto, desde o estágio de alimentação inicial até o comissionamento.

“Para usar uma analogia, antes de iniciar um vôo de avião, o piloto e o co-piloto ficarão sentados no cockpit e passarão por sua lista de verificação, desde verificando manualmente se os flaps se movem, ”Explica Martin Kjall Ohlsson, gerente de marketing de Óleo, Gás e Produtos Químicos da ABB (Norway Hub).

“Este processo é muito semelhante ao início de uma fábrica de processamento de gás, em que você tem uma lista de verificação de aplicativo manual que você tem que percorrer. O que fizemos na ABB automatizou essas etapas e verificações ”.

A ABB afirma que reduziu esses processos – desde testar loops de controle até executar simulações em equipamentos rotativos – até uma série de botões “tão simples quanto ligar um carro”, estimando que ele economizou cerca de 40 dias, bem como quase 2.700 manobras adicionais. horas, durante o comissionamento, usando o simulador ABB Ability System 800xA para identificar e melhorar 57 áreas antes do procedimento de inicialização.

A solução é apenas um elemento de um conjunto muito maior de tecnologias digitais da ABB em Aasta Hansteen, incluindo um simulador que conduz uma inicialização virtual da fábrica.

A empresa também está usando um sistema de monitoramento de condições para verificar mais de 100.000 condições de manutenção de mais de 4.000 equipamentos; gestão de alarmes e ferramentas de racionalização de alarmes; entrega de várias aplicações críticas de segurança; solução de armazenamento de dados para armazenar alarmes e eventos facilmente; e integração de sistema de terceiros de tráfego de dados críticos.

A planta conectada

De acordo com Marius Aarset, vice-presidente de serviços e produtos avançados para Petróleo, Gás e Produtos Químicos (Hub da Noruega) da ABB, atrasos no comissionamento normalmente levam de 12 a 18 meses.

“Há problemas comuns em um nível básico, como uma válvula indo na direção errada”, disse ele à Hart Energy , acrescentando que parte da questão é a falta de foco na operabilidade, bem como a falta de feedback efetivo.

“Então, o que você vê é que, apesar de uma planta ser construída de acordo com a especificação, ainda há muitos problemas, como uma válvula indo de um jeito diferente do que o operador acha que deveria ou controlando estruturas em torno de um ou mais compressores, provavelmente funcionam, mas são mais ou menos impossíveis para o operador entender ”, disse ele.

O desafio é que essas questões passam despercebidas até o início e, em seguida, causam atrasos dispendiosos.

“Na operação de projetos de petróleo e gás, existem diversas competências e disciplinas de automação e instrumentos necessários para que o projeto corra bem”, confirmou Holsten.

“Em áreas de exploração de raiz a montante como a Aasta Hansteen, a ABB é uma das poucas empresas com capacidade e recursos suficientes para ligar as diferentes partes do quebra-cabeças para fornecer uma instalação verdadeiramente conectada.”

Plug and play: maximizando a recuperação de ‘pequenas piscinas’

Outro método de desenvolver campos de petróleo e gás de maneira mais rápida e eficiente é o “plug and play”, um conceito emprestado das indústrias de computação e espaço.

O equipamento é projetado para ser conectado, operado e reutilizado de maneira mais simples e eficiente para reduzir o custo de desenvolvimento de ‘pequenas piscinas’, descobertas de acumulações de petróleo ou gás abaixo de 50 milhões de barris de óleo equivalente.

O Centro de Tecnologia de Petróleo e Gás do Reino Unido está apoiando quatro projetos plug and play submarinos para ajudar a liberar os 3,4 bilhões de barris de petróleo e gás nesses campos marginais na Plataforma Continental do Reino Unido (UKCS).

“Estamos apoiando a Flexlife e seus parceiros Proserv, Infinity, DeepOcean e Axis, para desenvolver um pacote de tie-back padronizado, com pipeline integrado e umbilical, e um manifold submarino que pode ser reutilizado entre desenvolvimentos de campo”, disse Carlo Procaccini, chefe de tecnologia da Autoridade de Petróleo e Gás.

“Um pacote padronizado poderia simplificar o projeto e a fabricação de pequenos desenvolvimentos em campos de piscinas, trazendo-os on-line mais rapidamente e reduzindo custos.”

Quanto à ABB, a empresa já está trabalhando em sistemas de ‘piloto automático’ para elevar os poços.

“Há um caminho a percorrer [até a automação total], mas existem elementos que podem ser implementados”, disse Borghild Lunde, vice-presidente sênior de Petróleo, Gás e Produtos Químicos da empresa (Norway Hub).

“Isso é parte de um quadro maior, há um movimento. Nos últimos dois anos, vimos uma mudança. O digital agora está mais na agenda e há mais aceitação de que você pode fazer mais com software. Estas são habilidades adicionais e há uma disposição para investigar e usá-las ”.

As empresas de perfuração offshore Transocean e Ocean Rig informaram que seus respectivos acionistas votaram a favor da aquisição da Ocean Rig, anteriormente proposta pela Transocean.

Em setembro, os dois perfuradores firmaram um acordo de fusão definitivo sob o qual a Transocean compraria a Ocean Rig em uma transação em dinheiro e ações avaliada em aproximadamente US $ 2,7 bilhões, incluindo a dívida líquida da Ocean Rig, sujeita à aprovação da Transocean e da Ocean. Os acionistas da Rig e a satisfação das condições habituais de fechamento, incluindo as aprovações regulatórias aplicáveis.

Comentando sobre a aprovação, Jeremy Thigpen , Presidente e CEO da Transocean, disse: “Estamos extremamente satisfeitos com o fato de nossos acionistas aprovarem, de forma esmagadora, nossa aquisição da Ocean Rig. Por meio dessa combinação, a Transocean aprimora ainda mais nossa frota líder de indústria de flutuadores de alta especificação, melhorando assim nossa posição competitiva.

“Estamos entusiasmados por começar a comercializar ativamente esses ativos na crescente lista de oportunidades que continuamos a surgir em toda a nossa base global de clientes”.

Thigpen concluiu: “Estamos ansiosos para fechar a transação nos próximos dias e dar as boas-vindas à tripulação experiente da Ocean Rig na empresa.”

Em um comunicado separado, a Ocean Rig, especialista em perfuração em águas profundas, disse que os detentores de 86,76% das ações em circulação da Ocean Rig votaram, dos quais 99,99% aprovaram a fusão.

A Ocean Rig informou que, no momento efetivo da incorporação, cada ação emitida e em circulação da Ocean Rig imediatamente antes dessa data será cancelada e automaticamente convertida no direito de receber 1.6128 ações recém-emitidas da Transocean e US $ 12,75 em dinheiro. A Transocean como a entidade combinada permanecerá listada na NYSE sob o símbolo “RIG”.

A frota da Ocean Rig é composta por nove navios-sonda de águas ultraprofundas de alta especificação e dois semi-submersíveis de ambiente hostil, Eirik Raude e Leiv Eiriksson.

Além disso, sua frota inclui duas embarcações perfuradoras de águas ultraprofundas de alta especificação, atualmente em construção na Samsung Heavy Industries. Estas duas novas construções deverão ser entregues no terceiro trimestre de 2019 e no terceiro trimestre de 2020, respectivamente.

Um projeto de lei que promove o uso comercial do vento offshore em águas japonesas ultrapassou as duas casas da Dieta Nacional do Japão.

lei sobre a promoção do uso de águas territoriais para instalações de geração de energia renovável offshore será efetivada na primavera de 2019, e as primeiras propostas de vento offshore são esperadas na primavera ou verão de 2019, a Japan Wind Power Association (JWPA). disse.

O projeto de lei foi ampliado com resoluções adicionais relacionadas ao setor pesqueiro e os fundos de descomissionamento obrigatórios a serem reservados pelos vencedores das licitações.

A legislação permite que o gabinete japonês elabore uma “política básica” para promover o uso das águas territoriais do Japão fora das áreas relacionadas ao porto para o desenvolvimento de energia renovável.

O Ministério da Economia, Comércio e Indústria, e o Ministério da Terra, Infraestruturas, Transportes e Turismo irão, em consulta com outros ministérios relevantes, identificar potenciais zonas eólicas offshore, após o que os desenvolvedores apresentariam as suas propostas.

Os candidatos aprovados receberão um contrato de 30 anos para desenvolver e operar parques eólicos nas áreas designadas.

Espera-se que o governo designe cerca de cinco áreas de desenvolvimento eólico offshore.

A petroleira Shell deixou o setor de upstream na Irlanda após a venda de sua participação no projeto de gás de Corrib. 

O campo de gás natural de Corrib situa-se a cerca de 83 km da costa noroeste da Irlanda, aproximadamente a 3.000 metros abaixo do fundo do mar e a águas com 350 metros de profundidade. O desenvolvimento do campo iniciou a produção em 30 de dezembro de 2015.

O desenvolvimento inicial compreende seis poços submarinos e o gás é transportado através de um gasoduto de 83 km até um terminal de processamento de gás em terra. O gás é exportado do terminal através da linha de ligação Bord Gais Eireann para a rede de gás irlandesa existente.

A Shell informou nesta sexta-feira que concluiu a venda anteriormente anunciada de suas ações na Shell E & P Ireland Limited (SEPIL), que detém 45% do empreendimento de gás Corrib, por até US $ 1,3 bilhão para a Nephin Energy Holdings Limited (NEHL). subsidiária integral da Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB).

A conclusão segue-se ao recebimento de todos os consentimentos necessários de parceiros e regulamentações, e a data de vigência da transação é 1 de janeiro de 2017, disse a Shell.

A transação inclui uma contrapartida inicial de US $ 958 milhões (€ 840 milhões), uma participação de US $ 54 milhões (€ 47 milhões) e pagamentos adicionais de até US $ 285 milhões (€ 250 milhões) entre 2018 e 2025, sujeitos a preço e produção de gás. . A conclusão do negócio representa a saída da Shell do setor de upstream na Irlanda.

A participação da Shell na produção do empreendimento de gás Corrib representou aproximadamente 27.000 barris de óleo equivalente / dia em 2016.

A venda contribuirá para a meta de desinvestimento de US $ 30 bilhões da Shell para 2016-2018. A Shell Energy Europe Limited (SEEL) assinou um contrato de compra e venda para comprar gás de Corrib após a conclusão.

O CPPIB é o novo parceiro da Corrib Gas JV e a Vermilion, conforme o acordo de parceria estratégica com o CPPIB, é a nova operadora do Corrib Gas Venture.

CPPIB planeja transferir SEPIL, juntamente com um interesse de 1,5% de trabalho para Vermilion.

Vermilion disse na sexta-feira que esta transferência recebeu todas as aprovações governamentais necessárias e deverá ser concluída nas próximas semanas. O preço de compra estimado após os ajustes do período intermediário é de aproximadamente € 6 milhões.

Após a transferência, a Vermilion terá 20% de participação operada na Corrib, a NEHL terá uma participação de 43,5% não operada e a Equinor continua com uma participação não operada de 36,5%.

A Shell mantém uma presença na Irlanda através da sua empresa comum de aviação, a Shell e a Topaz Aviation Ireland Limited.

A Shell também concluiu na sexta-feira a venda de toda a sua participação de 44,56% no campo de Draugen e 12% de participação na Gjøa na Noruega para a OKEA .

O número de plataformas offshore nos Estados Unidos caiu duas unidades na semana passada, de acordo com um relatório de sexta-feira da Baker Hughes, uma empresa da GE.


Contagem de equipamentos da Baker Hughes: US -3 a 1.076 equipamentos

A US Rig Count caiu 3 na semana passada para 1.076, com plataformas de petróleo subindo de 2 para 887 e plataformas de gás para baixo de 5 para 189.

A US Rig Count subiu 147 unidades em relação à contagem do ano passado de 929, com plataformas de petróleo subindo 138 e plataformas de gás subindo 9.

O US Offshore Rig Count caiu 2 plataformas para 23 e subiu 3 plataformas ano a ano.

Contagem de equipamentos Baker Hughes: Canadá -5 a 199 equipamentos

O Canada Rig Count caiu de 5 na semana passada para 199, com plataformas de petróleo entre 5 e 119 e plataformas de gás inalteradas em 80.

O Canada Rig Count caiu 23 poços em relação à contagem de 222 do ano passado, com plataformas de petróleo subindo 8 e plataformas de gás descendo 31.