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De acordo com os dados anuais da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), os investimentos globais em energia solar totalizaram US $ 160,8 bilhões em 2017, representando um aumento de 18% em relação ao ano anterior. Dentro das energias renováveis, a energia solar é a que mais se destacou nos últimos anos, representando 48% do total de investimentos em energia limpa em todo o mundo. No Brasil, o investimento foi de US $ 6,2 bilhões para 2016.

O Brasil é um dos poucos países do mundo onde a incidência solar é igual ao número total de radiações solares na Terra: somente a região nordeste do país recebe cerca de 4,5 a 6 kWh de taxa solar. Com mais de 2000 horas de irradiação solar por ano, a economia posiciona-se, portanto, como um mercado com potencial robusto para investimentos no setor de energia solar.

A indústria gerou 1,1 GW e, neste ano, espera-se produzir 2,4 GW, o suficiente para abastecer 1 milhão de residências de classe média. Até junho de 2018, a produção total de energia solar no Brasil somava 1,5 GW (gigawatts) de capacidade instalada. O Brasil deverá ter aproximadamente 887 mil sistemas de energia solar (On Grid) instalados em todo o seu território até 2024.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cerca de 1,2 milhão de geradores de energia solar ou mais serão instalados em residências ou empresas em todo o Brasil até 2024, e o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R $ 100 bilhões nos próximos anos. O Brasil está preparado e aberto para receber investimentos mais significativos em energia solar.

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Empresas multinacionais, como a austríaca Fronius, observam um forte potencial no mercado brasileiro de energia solar e asseguram que “o mercado continua em expansão, com taxa de crescimento exponencial, além do fato de a indústria do agronegócio estar cada vez mais à procura de produtos limpos. e energia sustentável. ”

A produção de energia solar no Brasil ainda está abaixo da capacidade, independentemente de seu enorme potencial neste setor. A indústria de energia solar da China é líder mundial em instalações e instalações solares, contribuindo com cerca de 50% da geração de energia solar do mundo. A Arábia Saudita pretende ter 6 gigawatts de produção de energia solar fotovoltaica até 2020, e a Alemanha oferece subsídios para aqueles que querem investir neste tipo de energia sustentável.

Embora o setor de energia solar no Brasil ainda seja um mercado emergente que apresenta várias dificuldades, principalmente financiamento, o país possui todas as condições geográficas e climáticas para a instalação de tecnologias de produção de energia fotovoltaica. O presidente da Brazilian ABSolar, Rodrigo Sauaia, afirmou: “O investimento chinês em energia solar fotovoltaica é significativo para o desenvolvimento de projetos e fabricação porque a China é um modelo e o Brasil tem muito a aprender sobre o setor.”

A Sidera entende os desafios que o setor precisa superar para crescer e realizar seu pleno potencial. Nossa equipe é experiente tanto no desenvolvimento de estratégias ótimas para permitir a entrada de investidores estrangeiros interessados ​​no setor no Brasil de maneira lucrativa e bem-sucedida, como também na redução de barreiras comerciais para exportadores para o Brasil.

Valentina Tabares