Energia

Energia Solar e Eólica mostra potencial para crescer no Brasil

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O desenvolvimento de energia solar e eólica deverá crescer no Brasil nos próximos 5 a 10 anos e, segundo alguns relatos, pode representar 8,12% e 0,95% do consumo de eletricidade no Brasil.

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A energia solar fixa nas Favelas do Rio e a análise da utilização de energia solar fotovoltaica para geração de energia elétrica apontam para essa tecnologia em particular como tendo uma vantagem de custo.

Em um relatório recente da mídia local O Globo, o custo do equipamento de energia solar deve cair em 50%, o que, por sua vez, impulsionará o crescimento da distribuição dos próprios consumidores.

Segundo o relatório de 2016 do Conselho Mundial de Energia, “a capacidade instalada global de eletricidade movida a energia solar apresentou um crescimento exponencial, atingindo cerca de 227 GWe no final de 2015. Ela produziu 1% de toda a eletricidade utilizada globalmente”.

“A Alemanha tem levado instalações capacidade fotovoltaica na última década e continua como líder seguido por China, Japão, Itália e Estados Unidos.” Todos Lating americano e do Caribe produziu 0,09 por cento em 2015, mas o Brasil tem grande potencial devido à ampla disponibilidade de recursos solares e, portanto, não precisam ser centralizados.

A superintendente de energia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES ), Carla Primavera, confirma o potencial de crescimento e diz que o mercado de energia renovável tem atraído grande interesse de investidores internacionais.

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O BNDES foi o primeiro banco brasileiro a emitir Títulos Verdes, títulos lastreados em projetos de energia eólica e solar . Ela levantou US $ 1 bilhão – o equivalente a R $ 3,8 bilhões – para o setor, mas a demanda foi cinco vezes maior.

Antonio Bolognesi, da Opperman Engenheria e Consultoria (Opperman Engenharia e Consultoria), diz: “Em 2012, havia apenas uma usina fotovoltaica conectada ao sistema. Agora temos 40.000 a 50.000 conexões. Nos próximos 5 a 10 anos, chegaremos a um milhão. ”

Até agora, existem quase 600 parques eólicos e mais de 7.000 turbinas eólicas em doze estados diferentes. Demonstrando que a energia solar ainda tem uma presença emergente e espera-se que tenha um grande avanço.

O avanço das fontes de energia solar e eólica levanta discussões sobre a necessidade de manter subsídios. Elbia Gannoum, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), diz que a energia eólica logo ficará em segundo lugar na rede elétrica, superando a energia gerada pela biomassa.

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Um dos muitos parques eólicos no Brasil, que deverão se tornar o segundo lugar na rede elétrica, a foto de recreação na internet.

No relatório O Globo, Já Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar, pede a criação de uma política para essa fonte de energia, por exemplo, em programas habitacionais e prédios do governo.

Ele também pede uma política industrial para fabricar módulos fotovoltaicos no país. Hoje, a carga tributária para a indústria chega a 50%, o que impossibilita competir com o produto importado.

Também deve ser levado em conta que, embora as condições para a energia solar fotovoltaica sejam favoráveis, a disseminação é restrita devido ao alto custo e à falta de desenvolvimento indígena .

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