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Onda privatista se alastra pelo setor de óleo e gás natural no Brasil

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Onda privatista se alastra pelo setor de óleo e gás natural no Brasil

Os blocos de petróleo e as estatais do Brasil seguem arrematados pela iniciativa privada com a retomada do Plano de Desestatização, iniciado pela gestão do governo anterior e, agora, ganha ainda mais força no governo atual. Essas privatizações podem impactar fortemente os mercados do setor onshore e offshore.

Entre os principais efeitos destacam-se a ausência da intervenção do Estado nos preços dos combustíveis quanto ao custo gerado ao bolso do consumidor final, deixando a responsabilidade nas mãos do setor privado, de cunho generalizadamente lucrativo, onde o capital é o bem maior.

Outro questionamento que paira está relacionado à manutenção dos concursos públicos e a permanência de funcionários terceirizados nas estatais. As empresas públicas brasileiras são responsáveis por gerar empregos a milhões de trabalhadores, e desde a ampliação da crise econômica, essa realidade está sob ameaça de se tornar um passado que o Brasil já fez parte um dia.

Quanto às diretrizes que definirão o caminho dos setores onshore e offshore, apesar das incertezas, a expectativa é de que o mercado brasileiro supere a margem de investimentos e cresça de maneira justa economicamente e socialmente, gerando lucro, empregos e desenvolvimento, segundo a equipe econômica do governo e as instituições financeiras.

Ainda segundo matéria publicada no Época, foi exposto que setor de óleo e gás no Brasil está em plena revolução e, diante do ritmo acelerado das mudanças, agentes públicos e privados vivem momentos decisivos para garantir um ambiente saudável de negócio, capaz de atrair investimentos e gerar empregos, com segurança jurídica e ampla concorrência. O governo federal estima que, em dez anos, seja investido R$ 1,4 trilhão no setor. Só na exploração e produção de petróleo e gás terrestres (onshore), a expectativa é dobrar a produção e gerar 700 mil empregos até 2030.

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