Parceiros da Neoenergia do Brasil se reúnem para decidir se o IPO será lançado

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Os sócios da Neoenergia, segunda maior distribuidora de energia do Brasil controlada pela espanhola Iberdrola, se reuniram na segunda-feira no Rio de Janeiro para decidir se lançariam ou não uma oferta pública inicial para a empresa em São Paulo. Bolsa de Valores. 

A assembleia geral extraordinária do Conselho de Administração da empresa teve início às 10h com a participação dos representantes consultivos dos três sócios da Neoenergia: a Iberdrola, com 52,45%, o Banco do Brasil (9,34%) e a Previ (38,21%).

A decisão da assembléia só será divulgada em comunicado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e após a conclusão das negociações de mercado na Bolsa de Valores de São Paulo na segunda-feira, disseram porta-vozes da Neoenergia à EFE. 

“Estamos em um período de silêncio e ninguém pode comentar sobre a reunião dos acionistas”, disse a fonte. 

A assembléia foi convocada principalmente para que os acionistas aprovassem o lançamento de uma Oferta Pública Inicial que permitisse que a companhia fosse listada na Bolsa de Valores de São Paulo. 

A espanhola Iberdrola quer fazer um IPO de sua unidade brasileira – a Neoenergia – na bolsa de São Paulo sem perder o controle depois de tentar, sem sucesso, fazer um IPO da unidade em 2017.

Os acionistas também terão que aprovar o envio à CVM de uma petição para o IPO e outros assuntos relacionados. 

Nesta nova tentativa de obter as ações da Neoenergia no mercado de São Paulo, a Iberdrola quer listar a empresa sem perder o controle, enquanto o Banco do Brasil já disse que pretende vender toda a sua participação na empresa. 

A Previ, que é o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, manifestou interesse em retirar a empresa do mercado, mas ainda não decidiu se manterá sua participação atual ou venderá algumas de suas ações. 

O Banco do Brasil, maior banco do país sul-americano, disse que a venda de ações “dependeria de condições favoráveis ​​no mercado financeiro nacional e internacional”.

No final de 2017, a Neoenergia cancelou um IPO após o Banco do Brasil e a Previ se recusarem a aceitar a faixa de preço definida pelos subscritores, argumentando que a venda geraria receitas abaixo das expectativas. 

A empresa tem quatro distribuidores – Coelba, Celpe, Cosern e Elektro – que têm um total de 585.000 km de linhas de energia e fornecem eletricidade para 34 milhões de pessoas, quase 20% da população brasileira. 

Em termos de geração de energia, o grupo pode produzir 4,5 gigawatts de eletricidade e cobre quase 1.000 municípios espalhados por 836.000 quilômetros quadrados (cerca de 321.000 milhas quadradas). 

A Neoenergia opera em 16 dos 27 estados brasileiros e possui unidades de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica.

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