Piratas invadem navio e fazem tripulante refém no Porto de Santos

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on telegram
Telegram
Share on google
Google+

O Porto de Santos registrou um ataque pirata na madrugada de domingo (2). O alvo da ação dos bandidos foi o navio Cap San Marco, de bandeira dinamarquesa, que estava a cerca de 20 quilômetros do terminal quando foi abordado. Pelo menos um tripulante foi rendido e amarrado por um grupo de homens armados. Os criminosos conseguiram fugir após o ataque.

Segundo informações da Polícia Federal, foram encontrados 402 kg de cocaína à bordo. A carga de entorpecentes era, provavelmente, o alvo dos bandidos, mas a ação, aparentemente foi frustrada. As autoridades acreditam que a movimentação dos tripulantes possa ter afugentado o bando, que fugiu do local em duas embarcações rápidas de pequeno porte.

A ação

Conforme depoimentos da tripulação, pelo menos cinco criminosos abordaram a embarcação portando armas longas, e renderam um marinheiro filipino de 50 anos que fazia a ronda noturna no convés. O homem ficou amarrado durante os 45 minutos em que os bandidos estiveram a bordo, e foi libertado por colegas, que, em seguida, informaram o porto via rádio. APolícia Federal foi acionada.

O navio atracou em um terminal da Margem Esquerda, em Guarujá (SP), na manhã de domingo e passou por revistas da Polícia Federal, da Receita Federal e da Marinha do Brasil. No local, foi encontrado um contêiner com lacre rompido, mas não localizaram nada ilícito inserido nele nem de que algo havia sido roubado. As autoridades trabalham com a hipóteses de que o contêiner seria aquele utilizado pela quadrilha para inserir um carregamento ilegal, provavelmente cocaína, para ser levado para a Europa.

Cocaína

Os 402 kg de cocaína localizados pelas autoridades no Cap San Marco não foram colocados no navio durante a invasão, dizem as autoridades. A droga estava em um contêiner, no porão da embarcação. A carga era monitorada pela Receita Federal desde o Porto de Paranaguá (PR), onde foi embarcada.

Em nota, a Hamburg Süd, empresa proprietária do navio, disse que vai apurar os fatos e auxiliar as autoridades no decorrer das investigações que foram abertas.

Veja Também

Rolar para cima